Por que embarcar na onda navy e um mar de inspirações para navegar

Poucas são as cores que combinam tão bem entre si quanto o azul marinho, o vermelho e o branco. Se vierem acompanhadas de listras ou elementos que remetam aos tempos áureos da navegação, embarcamos – de gaiatas? – no navio da tendência navy.

Trocadilhos à parte, o legal dessa onda é não se sentir pronta para uma festa à fantasia ao incluí-la no look do dia. Entretanto, não dá para dissociar a tendência do que ela representa, ou seja, o estilo fica mais adequado em ocasiões despojadas, almoços, passeios diurnos e em dias ensolarados. A dica é do estilista e digital influencer, GuuhGreen.

“Chapéus e óculos são bem vindos, ótimo para criar, assim, um visual mais náutico. Acessórios dourados fazem sucesso em produções desse estilo”, aposta GuuhGreen.

E já que o estilo é recomendado para situações mais despojadas e diurnas, os pés merecem combinação à altura. Espadrilles, rasteirinhas e docksides costumam completar o look náutico.

Drops
. Peças em azul marinho, branco, vermelho e com listras horizonais são fortes na tendência navy; vale apostar
. Uma terceira peça sempre é bem vinda, inclusive no contexto náutico em azul ou vermelho
. Vale abusar do dourado nas pulseiras e relógios, além dos cordões
. Os elementos navy também estampam calçados, então vale encontrar um bem charmoso e deixá-lo brilhar na composição

Nova mania: It-girls combinam microbags a bolsas tradicionais no dia a dia

Uma bolsa apenas não parece ser suficiente para as it-girls. A nova moda das fashionistas é usar duas bolsas: uma micro combinada a outra em tamanho tradicional. De acordo com uma reportagem do Estadão, a bolsa menor geralmente é uma versão reduzida de modelos de marcas famosas, como Fendi, Balenciaga, Moschino e Chanel.

Pelo tamanho, cabem no máximo um smartphone e um batom. Quando combinadas no dia a dia com as bolsas tradicionais, as microbags acabam funcionando como um acessório, em substituição ao lenço ou colar. Olha só como as blogueiras Thássia Naves e Chiara Ferragni incluíram a moda nos seus looks.

Thássia Naves aposta na combinação de cores entre as bags (Foto: Reprodução/ Instagram)
A blogueira italiana Chiara Ferragni usa as versões Kelly, da Hermès. (Foto: Reprodução/ Instagram)

Será que essa moda pega?

O mito da lingerie bege

Todo site feminino já deve ter escrito pelo menos uma linha sobre a lingerie bege. Todos – ou a maioria deles – costumam falar que a peça é broxante e é um dos itens da lista de coisas que os homens odeiam na cama. Uma das explicações para o desgosto masculino é a associação às lingeries usadas por mães e avós. Culturalmente, o bege e o branco eram cores das “senhoras de família” e as demais eram adotas pelas “mulheres fáceis”.

Felizmente essa mentalidade preconceituosa mudou, entretanto, o estigma com a lingerie bege se perpetua até hoje. De acordo com a empresária Juliana Moraes, da Água Fresca Lingeries, isso se deve porque calcinhas desta cor geralmente integram a linha básica e tendem a ser maiores e com menos detalhes.

Apesar de todo o estigma, as moçoilas reconhecem a importância de uma peça coringa como essa no guarda-roupa. Juliana conta que não enfrenta qualquer problema na comercialização das lingeries beges, já que “a mulher sempre procura por essa peça, principalmente pela vantagem de não aparecer com roupas em tons claros”. “Por isso, não é preciso nenhuma estratégia [para comercialização das peças]. Pelo contrário, recebemos constantemente pedidos de modelos exclusivos para diferentes necessidades”, acrescenta.

Mas nem toda peça bege precisa ser sem graça. Dá para aproveitar a discrição da peça e diferenciá-la com rendas, transparências, modelagem e tecidos mais nobres.

Drops
– Uma das vantagens da calcinha bege é o conforto para o dia a dia. Costumam cobrir o que precisa ser coberto, não apertam e geralmente são feitas de algodão.
– As peças beges são ótimas para usar com roupas claras, já que não marcam.
– Juliana Moraes, da Água Fresca Lingeries, sugere alternativas à lingerie bege, se a escolha for motivada pela discrição da peça: os tons castanho, branco e bonina podem funcionar, porque não são notadas e tecidos claros e finos.