Troca-troca de Bugigangas: Dá pra fazer looks legais, sim

Oi, moças, tudo bom?

Cês já devem ter me visto falar vááárias vezes sobre o Troca-troca de Bugigangas, seja aqui no blog, no Twitter, no Instagram ou no Snapchat (@marquestela), né nom?! Ai, mas tudo o que já tinham me dito sobre o evento e que eu repeti aqui chega nem perto do que o Troca é de fato.

O evento promovido pelo Pittaco na Moda aconteceu no sábado passado, 27, no Maison Piatã (e que espaço lindão, viu? vixe!). Pra começar, não tem nada a ver com bazar, você não tem que desembolsar nadica e marcas não têm vez. Moral da história: a troca é conforme sua necessidade. Justíssimo. E depois de sábado eu fiquei pensando que, na real, as nossas compras deveriam seguir a mesma linha.

Bolsa de poá e pulseiras de pérola, só pra vocês terem um gostinho das minhas trocas. hihi

Falando nisso, cês viram o vídeo novo do canal da Moça Criada sobre, né?! HAN! #tôdeolho

Como não tinha muitas peças do dia a dia acumuladas – uso todas até desbotar e quando chega nesse nível, repasso hihih –, tirei do guarda-roupas alguns vestidos de festa que não usaria mais, duas blusinhas que não me deixavam confortável para usar e uma calça 38 que não cabia mais em mim (chora na gordice, senhorita :’/). Duas bolsas, uma de festa e uma de praia, compuseram o pacote de bugigangas junto com algums bijoux. Se liga só no que eu trouxe pra casa!

Ganhei esse pigmento NYX também e, olha, vai rolar muito brilho daqui pra frente! haha

Ps.: A tiara-turbante que estou usando foi um presente do Pittaco na Moda que eu a-m-e-i! Tem tudo a ver com a moça e dialoga com as peças que tenho no guarda-roupas. YEY

Uma camisa social pode tão versátil, né? O shorts jeans quebra a seriedade da peça. Gosto!
Troquei essa blusa verde de tricoline com Claudinha Cardozo. Bem verãozinho né não?
Esse cropped de corajosa é mais confortável do que parece na primeira impressão. E o decote ombro a ombro continua forte na estação. OBA!
Um close no decote pra cês verem minha correntinha que ganhei de doação. gratidão, moça. <3
Duas coisas nesse look: o moletom preto e essa sapatilha com spikes que vai salvar meu look balada. Ê troca que valeu à pena!
Mas a troca que valeu à pena mesmo foi esse vestido azul. Que caimento, hein?! #MoçaValorizada

Esse troca reforçou uma prática que eu adoto há um tempão: não faz mal usar roupa dosotros que te sirva! Desde que em bom estado, sendo fiel ao seu estilo e mantendo seu conforto, que mal há?! Que cês acham?

beijocas

Se vai copiar e colar, é bom creditar

Desde pequena me questiono sobre essa questão da originalidade. Como é que, por vezes, temos uma ideia aparentemente tão genial e ninguém havia pensado nisso antes? Será mesmo que não? Já nos idos dos anos 2000 eu colocava em cheque essa maculação à originalidade, afinal, somos bilhõõõões de pessoas no mundo e é impossível saber o que todo mundo pensa.

Com a internet as coisas ficaram um pouco pior.

Dizem que a web adapta a máxima que diz que “na natureza nada se cria, tudo se transforma” –puxa aí na memória aquela aula de ciências do ensino fundamental, vai, moça– para “nada se cria, tudo se copia”. É muita referência, gente. E é muita coisa legal. E no fim das contas a gente acaba absorvendo um pouco de cada gente e, tcharam, no fim das contas ninguém sabe quem começou primeiro com aquilo que agora é um viral.

Acho massa, mas eu ainda gosto de dar a César o que é seu e os créditos a quem deu início àquela corrente. Me cobrem com carinho se um dia eu passar batido a origem da referência do meme, da expressão, do que for. Mas é sempre bom saber qual foi o santo que fez o milagre da popularidade de qualquer termo. Sabe o “KIU” de ThaynaraOG? Sabe o “Olááá, meninas” que se tornou famoso com Taci Alcolea? E o “VIAAADO” de Ferdinando, do Vai Que Cola? E aquele texto sobre a judoca Rafaela Silva que circula no Facebook, de autoria da jornalista Gislene Ramos? E aquela notícia que o pessoal dá ctrl c de outro site e ctrl v no próprio, como se o conteúdo fosse produzido por ele mesmo?! To falando disso. E é em qualquer esfera.

Crédito: Juliana Coutinho/Divulgação Multishow. Imagem do humorista Marcus Majella

Essa apropriação desenfreada das marcas dosotros me incomoda um tiquinho. Confesso que, escrevendo agora, meu eu adolescente e apegada aos textos que produzia since always queria dizer que acha absurdo esse tipo de apropriação. Mas a Moça Criada tomou conta e opta por pensar por outro ângulo. Talvez esse plágio contemporâneo seja sinal de popularidade, de reconhecimento, de que o público te reconhece como um dos seus – ou você como um deles… Vamos encarar assim, né? Espero mesmo que seja. <3

Mas  vamos tentar preservar locução verbal com três verbos, sim, senhorita o conteúdo de quem admiramos, né? E até mesmo aquele textão – ou textinho – que gostamos tanto. E não custa nada lembrar que plágio é crime e ninguém tem necessidade de conhecer um treco chamado processinho. hihihi

beijo!

Roupa boa é aquela que dura

O título sugere que a gente fale de roupa, mas a afirmação vale pra qualquer peça e qualquer coisa. A gente gosta daquilo que dura, né? Amor, amizade, trabalho, felicidades, roupa… Porque, sim, mores, coisa boa é aquela que tem durabilidade. Assim a gente pode ter sempre conosco, usar, reusar, combinar com outras peças.

Eu amo. E tenho algumas roupas das antigas que eu não tenho coragem de me desfazer por nada nesse mundo. São peças dos teeeempos, algumas até que eu recebi de terceiros. Faz mal, moça? Não faz. Se está bem conservada e tem seu estilo, por que não?


Essas referências caem bem para um macaquinho que uso em quase todo plantão que faço pela manhã nos finais de semana. Hahahaha! Vocês podem não contar com minha astúcia, mas é tudo uma questão de estratégia: macaquinho é uma peça só, fácil de vestir, não precisa articular com nenhuma outra roupa e ainda é confortável. Tudo isso se reflete em alguns minutinhos a mais de sono. Uuhu! Nos pés, qualquer coisa vale – e ainda tem essa facilidade!! Costumo usar uma flatform Moleca. No plantão de hoje, ousei sair com meu Beira Rio de 40 temers que achei na Riachuelo. Compus o look com meu casaquinho porque, como já falei aqui, Salvador é instável demais: estava frio às seis e calorão às doze. Quem entende?!


E eu gosto muito dessa peça. Ela deve ter pelo menos uns cinco anos, mas a acho tão estilosinha que não consigo me desfazer. Esse macaquinho pertenceu a uma conhecida, com quem não tenho mais contato, e numa espécie de “bazar” que ela fez, fiquei pra mim. Yey! Essa bolsa também não é nova, mainstream, mas me quebra um galho bom até hoje! Toda vez que saio com ela lembro que está na hora de aposentá-la, mas caio naquele drama: I Can’t!  

Mas liguem não, viu? Tá tudo em bom estado e acho que eles merecem continuar passeando pela cidade. Daqui a pouco o macaquinho e a bolsa saem sozinhos, só peço que voltem pra casa depois! Haha 

E se você tem uma peça old but gold, bota ela na rua também! E compartilha com a hashtag #MoçaCriada pra gente saber! 

ps: Obrigada, Pai, pelos cliques