Não atribua a ninguém a obrigação de te fazer feliz

Atenção para uma verdade! É clichê, eu sei, mas a gente tem uma dificuldade enorme de absorver essa realidade sobre a vida. E nem adianta vir dizendo que eu já fui melhor em não repetir o que todo mundo fala, viu? Mas é porque isso é realmente necessário. Atenção, vou falar. E bem pausadamente, pra não restar dúvidas. Um, dois, três e já: a nossa felicidade só depende de nós mesmas.

Ufa! Não leve para o lado pessoal e desculpa se o que eu falei não corresponde às suas expectativas, mas, amiga, a gente precisa aprender. Não atribua a ninguém a responsabilidade de te fazer feliz, porque a tendência é a frustração. Sério!

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Já começa que ninguém melhor do que nós mesmas para saber o que queremos – ainda que em algumas vezes a gente nem sabe o que quer. Ninguém melhor do que nós mesmas para saber o jeito que gostamos da arrumação da nossa casa, do molho do macarrão ou do amor que queremos. Ninguém também é capaz de adivinhar, tampouco de saber lidar, como gostaríamos de ser tratadas em determinadas situações, ou é obrigado a fazer o que a gente quer. Entende?

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O que eu tô querendo dizer é que a gente não pode (nem deve) esperar pelo outro para ser feliz, quem quer que seja esse outro. Se correr na orla te faz bem, por que esperar uma amiga para te acompanhar, ao invés de ir sozinha? E se você quer tanto jantar naquele italiano super chique, vai ficar mesmo na expectativa de algum date para propor o local? Ah! Tá louca querendo assistir ao filme que estreou semana passada, mas a galera te enrola? More, pega sua carteirinha de estudante e vai! Ou passa mesmo no crédito aquela fortuna que é o ingresso de cinema! Haha Mas vai!

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Logicamente que quem nunca teve essa iniciativa não vai desenvolvê-la do dia pra noite, só porque leu esse texto ou está a fim de ceder às próprias vontades. Mas a gente precisa apreciar a nossa companhia. Descobrir o que somos, do que gostamos, como reagimos, nos amar de verdade. A partir daí, outras pessoas se sentirão atraídas e passarão a reivindicar o privilégio de nos acompanhar onde quer que estejamos. E aí teremos a prerrogativa de aceitar ou não.

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Pra chegar nesse ponto, no entanto, a gente precisa saber viver bem sozinha. Depois disso passaremos a escolher melhor nossas companhias e perceberemos que nem tudo ou todo mundo nos faz bem – e isso não é demérito pra ninguém, ok? Quando aprendermos a estar bem sozinhas, passaremos a não mais aceitar certos tratamentos, determinados comportamentos para conosco. Tudo isso por que nos reconheceremos boas o suficiente para sermos bem tratadas e independentes o suficiente para mandar embora quem não quer agregar.

É um processo, você já deve ter percebido. E o primeiro passo pra chegarmos nesse nível é começar. Que tal hoje?

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As fotos foram tiradas pela fotógrafa Claudia Cardozo, da Buenas Imagens. O look é acervo pessoal da Moça Criada.

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