Macaquinho de malha e tênis #HistóriaDoMeuLook

Vou começar fazendo uma revelação pra vocês: nunca tive um macaquinho até ano passado. Não vou mentir que nunca antes na história da minha vida eu havia me preocupado em ter tal peça. Tive, sim – e ainda tenho -, uma jardineirinha jeans, talvez não tão jardineira assim. De qualquer forma, macaquinhos não eram o tipo de peça que eu me mobilizava a procurar nas lojas de departamento onde sempre comprei minhas roupas. Até que um dia estava com uma prima e ela, mais atenta do que eu, flagrou esse amorzinho de peça em promoção. Não vou me lembrar de quanto, desculpa, mas era tipo de R$ 99,90 por R$ 69,90. Algo assim, acho. Experimentei e levei. Trouxe para casa.

Esse post vai ser um pouco diferente daqueles de moda aqui do blog e daqueles onde apareço mais vezes (os de comportamento). Quero mesmo dividir com vocês as #HistóridasDoMeuLook e a experiência que é vestir uma roupa. Perceber o que noto que cai melhor em mim, se me incomodou usar uma peça ou outra, sabe? Espero que vocês gostem. Já ensaiei algo do tipo no Instagram, mas o blog é minha casa mesmo, aqui me sinto bem mais à vontade. Espero que curtam!

Eu contava que trouxe o macaquinho pra casa, né? Pois então. Depois me dei conta que paguei muitos dinheiros numa peça que, certeza, encontraria no mesmo tecido e mais barata se fosse na Little Barroca (Barroquinha). Pra variar, o dito cujo ainda tem mangas! Onde usaria?! Pensei em romper o ano de 2016/2017 com ele, mas fui à praia e era verão. Não dava. Acabou que a primeira vez de que lembro ter foto notícia usando esse macaquinho foi em março ou abril, em um barzinho. Era noite, então as mangas compensavam o comprimento pra uma noite de outono. YEY Antes eu só o vesti pra uma sessão de fotos, que fiz junto com Milena Marques e Cláudia Cardozo.

A outra vez que usei esse macaquinho, se não me engano, foi para encontrar os amigos durante a tarde. O truque dele é que, como tem mangas, mas é curtinho, dá pra usar nesse inverno de Salvador. Ora chove, ora faz sol, já saio de casa preparada! Perfeito, né? E a marcação da cintura dele é alta, o que dá o efeito retrô e estiloso que eu gosto; o decote quadrado valoriza o presente que a natureza me deu… Positivo! O paradoxo dessa peça pra mim é o tecido: molinho, gostoso, confortável. Mas por ser exatamente assim ele marca bastante. A malha não se sustenta sozinha e acaba se “apoiando” no meu corpo, marcando a barriguinha saliente (o que me incomoda às vezes) e a virilha também. De qualquer forma, gosto dele. As vantagens se sobressaem diante dos probleminhas.

Esse tênis branco é meu parceiro de to-do-dia, embora trabalhe por escala com um tênis preto Vizzano que eu sou apaixonada. Descobri esse amor quando fiz uma troca com Claudinha: eu vendia minha bota pra ela e ela me pagava com outro sapato de uma dessas lojas de departamento. Foi lá na Riachuelo que achei esse, um dos últimos da coleção de Anne Kanner. Confortável pra caramba, viu?! De courino, suja fácil e limpa tanto quanto. O charme dele é esse bico fino, diferente de qualquer outro tênis que você já deve ter visto por aí.

Mas tenho uma crise com ele: demoro uns 5 minutos para deixá-lo confortavelmente apertado, de modo que não me dê a impressão de que ele vai sair do meu pé. É porque eu tenho pra mim que o calçado número 36 seria o ideal, não o 37. Mas como não havia um 36 pra tirar a prova, ficarei com a dúvida 4ever. De todo modo, ele não samba nem se perde ao longo do caminho, não! É pura impressão mesmo. Sabe TOC? Tenho! Autodiagnosticada, inclusive. haha

No meu look tem espaço para meu (ou minha?) make favorito/a: bem natural, parecendo que não passei nada e simplesmente acordei com essa pele incrível, esses cílios definidos, as sobrancelhas bem marcadas. E estou numa fase bem nude, pelo menos no batom. Esse é o batom novo da Mary Kay, cor Feeling Shy, com efeito mate. Juntou a necessidade de um nude, porque o que usava era daqueles de amostra, e a paixão à primeira vista: trouxe pra mim. Incrível! Me sinto a irmã Kardashian perdida no Brasil, porque dá efeito de bocão, dá uma vibe tombamento e cheia de personalidade. Não tem cor, mas o pulo do gato do negócio está exatamente aí. :)

Espero que tenham gostado da proposta do post. Me contem as histórias dos looks de vocês também! E se quiser postar no Instagram, põe a hashtag #HistóriasDoMeuLook e me marca (@mocacriada) pra eu ver!

besitos!

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