Já pensou no que você deixou de viver por causa do medo?

Deixei para escrever esse texto no último minuto, graças à minha capacidade de procrastinação (alô, resoluções de ano novo), e, olha o curioso, logo cedo algo me fez pensar sobre o medo. Pauta essa que já estava marcada há pelo menos uma semana. É aquela coisa que sempre digo: quando é para ser, todos os sinais indicam para isso. E estes mesmos sinais são bons balizadores do medo.

Porque, veja, a gente recebe sinais o tempo todo. Às vezes não os enxergamos seja por não acreditarmos, por acharmos que é tudo coisa da nossa cabeça, ou por uma razão qualquer que inventamos para alimentar o tal medo. Você pensa em mudar de emprego ao perceber que as oportunidades de crescimento no atual são bastante limitadas. Até que você começa a pensar na estabilidade e questionar se vale à pena a troca. “Ah, mas começar de novo?”, “Estou tão bem onde estou agora”, “Todos aqui já sabem como trabalho, tenho intimidade com a chefia”, “E se me demitirem desse novo emprego por não gostarem do meu trabalho?”.

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Uma vez alguém me disse que toda nossa verdade vem do coração. A mente, por sua vez, nos prega peças com todo seu pessimismo. Note você como faz sentido. Ao se motivar a algo, o desejo partiu do seu coração. E quando você não se engaja em algum propósito para a vida, seu coração também não se estimulou para tal. Por mais que existam contratempos lá na frente e sempre haja o risco de nada sair como o planejado, você sabe que é capaz de dar conta do que vier. Não sucumba a uma mente que te subestima por causa de uma segurança que te impede de explorar além da zona de conforto.

Isso vale para carreira, para o lazer, para amizade e para a vida afetiva também. Você tem noção da quantidade de coisas não vividas por causa do medo? Um amor novo, depois de um antigo ter partido seu coração em pedacinhos, pode ser a liga que faltava para colocar cada peça no lugar e te mostrar que essa loucura pode render uma parceria pra vida toda. Já pensou o risco que você corre de não viver o amor que sempre quis por puro medo?

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Já falei e repito: as respostas estão dentro do nosso coração. Não só elas, como também o combustível para seguir e os argumentos capazes de contradizer todo pessimismo da nossa mente racional demais. Permita-se. Dê a si mesmo uma chance. Não tema o que, lá no fundo, você sabe que te fará feliz!

Beijo no core!

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